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Começar a viagem ouvindo o Big Ben, atravessar o Canal da Mancha de ferry, jantar em Paris, ver o Danúbio iluminado em Budapeste e terminar diante do Coliseu. Este roteiro Londres, Paris e Roma faz isso em 24 dias, de ônibus, passando por dez países, com um guia acompanhando o grupo do primeiro ao último dia.
É uma viagem para quem quer juntar as capitais clássicas da Europa Ocidental com as cidades imperiais do centro do continente, Praga, Budapeste e Viena, e ainda fechar com Veneza, Florença e Roma. Abaixo estão o resumo das noites, o que cada país tem de especial, o dia a dia completo, o que está e o que não está incluso, a melhor época e para quem esse ritmo funciona.
Resumo do roteiro
São 24 dias, com a primeira noite no avião e 22 noites em hotel, em 11 cidades de pernoite. A viagem começa em Londres e termina em Roma, sempre seguindo em frente, sem voltar caminho. A tabela mostra onde você dorme em cada noite e quanto cada dia pede de energia.
| Dia | Onde dorme | Destaques | Ritmo |
|---|---|---|---|
| 1 | No avião | Voo noturno do Brasil para Londres | Leve |
| 2 | Londres | Chegada, traslado e resto do dia livre | Leve |
| 3 | Londres | Big Ben, Westminster e Buckingham com guia local | Moderado |
| 4 | Londres | Dia livre | Leve |
| 5 | Paris | Ferry pelo Canal da Mancha | Longo na estrada |
| 6 | Paris | Visita com guia local pela Cidade Luz | Moderado |
| 7 | Paris | Dia livre | Leve |
| 8 | Bruxelas | Canais de Bruges | Longo na estrada |
| 9 | Amsterdã | Roterdã e Haia no caminho | Moderado |
| 10 | Amsterdã | Canais, Praça Dam e Mercado das Flores | Moderado |
| 11 | Berlim | Estrada até a capital da Alemanha | Longo na estrada |
| 12 | Berlim | Portão de Brandemburgo e o Muro com guia local | Moderado |
| 13 | Praga | Dresden no caminho e a Cidade Velha de Praga | Longo na estrada |
| 14 | Praga | Dia livre | Leve |
| 15 | Budapeste | Parada em Bratislava, na Eslováquia | Longo na estrada |
| 16 | Budapeste | Buda e Peste com guia local | Moderado |
| 17 | Viena | Ringstrasse, Hofburg e Palácio Belvedere | Moderado |
| 18 | Viena | Dia livre | Leve |
| 19 | Veneza | Travessia dos Alpes austríacos | Longo na estrada |
| 20 | Florença | Praça São Marcos e Palácio Ducal | Moderado |
| 21 | Roma | Duomo de Florença e Ponte Vecchio | Moderado |
| 22 | Roma | Coliseu e Praça de São Pedro com guia local | Moderado |
| 23 | Roma | Dia livre | Leve |
| 24 | Volta ao Brasil | Café da manhã e fim dos serviços | Leve |
Como é este roteiro Londres, Paris e Roma de ônibus?
É um circuito de ônibus de turismo, com um guia acompanhante que viaja com o grupo o tempo todo. Ele cuida dos horários, das paradas, da chegada aos hotéis e das dúvidas do dia a dia. Você desfaz a mala com calma nas cidades onde dorme duas ou três noites e segue leve nos poucos trechos de uma noite só: Bruxelas, Veneza e Florença.
Em dez cidades, um guia local se junta ao grupo para a visita: Londres, Paris, Amsterdã, Berlim, Praga, Budapeste, Viena, Veneza, Florença e Roma. É ele quem conta a história das praças, dos palácios e das pontes que o grupo visita.
Há cinco dias inteiros livres, em Londres, Paris, Praga, Viena e Roma, além de várias tardes sem programação. Servem para descansar, voltar a um lugar que encantou ou fazer um passeio opcional.
Uma volta assim tem dias longos de estrada. Em seis deles o ônibus roda mais de 340 km, e o mais comprido é o de Amsterdã a Berlim, com cerca de 650 km. São dias com paradas para descanso, café e banheiro, e a paisagem vai mudando pela janela: as planícies da Holanda, os campos da Alemanha, as montanhas e os lagos da Áustria.
- 10 países: Inglaterra, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Áustria e Itália;
- 11 cidades de pernoite, com três noites em Londres, em Paris e em Roma;
- guia acompanhante durante todo o circuito e guia local em 10 cidades;
- café da manhã em bufê todos os dias;
- hotéis confortáveis, a maioria fora do centro histórico, em bairros mais afastados ou perto do aeroporto, como em Bruxelas e Amsterdã; em Veneza, a hospedagem é em terra firme, e o grupo chega à Praça São Marcos de barco.
De Londres a Roma: o que cada país tem de especial
A cada fronteira mudam a língua, a comida, o jeito das cidades e, em alguns países, a moeda.
Inglaterra: Londres, onde tudo começa
Londres é a porta de entrada e ganha três noites, o que dá tempo de se acostumar com o fuso antes de pegar a estrada. É uma cidade que mistura tradição e movimento: a troca da guarda no Palácio de Buckingham, os ônibus vermelhos de dois andares, os parques enormes no meio da cidade e museus de primeira linha, muitos com entrada gratuita. O Palácio de Westminster, onde fica o Big Ben, e a Abadia de Westminster formam um Patrimônio Mundial da UNESCO.

França: Paris e a travessia do Canal da Mancha
A chegada à França já é um passeio: o ônibus embarca no ferry em Dover, e a travessia até Calais leva cerca de uma hora e meia, com os penhascos brancos ficando para trás. Em Paris, três noites permitem ver o Arco do Triunfo, a Torre Eiffel e a Notre-Dame e ainda sentar num café sem olhar o relógio. O portal oficial de turismo da França reúne sugestões para a cidade.

Bélgica e Holanda: Bruges, Bruxelas e Amsterdã
Bruges parece ter parado no tempo, com canais, casas de tijolo e pontes de pedra. O centro histórico é Patrimônio Mundial. Bruxelas tem a Grand Place, uma das praças mais bonitas da Europa, e chocolate em cada esquina. Na Holanda, o roteiro passa pela moderna Roterdã e por Haia, a sede do governo, antes de chegar a Amsterdã, a cidade dos canais e das bicicletas, com duas noites.

Alemanha: Berlim e Dresden
Berlim é a cidade que se reinventou depois da guerra e da divisão. Ali se vê o Portão de Brandemburgo, o Parlamento com sua cúpula de vidro e os trechos que restaram do Muro, que caiu em 1989. Dresden, às margens do rio Elba, teve o centro histórico quase todo destruído em 1945 e reconstruído pedra por pedra. Hoje, com suas igrejas barrocas e seus palácios, é uma das cidades mais elegantes da Alemanha.
Praga, Bratislava, Budapeste e Viena: as cidades imperiais
Depois da Alemanha, o roteiro entra nas antigas cidades imperiais. O centro histórico de Praga é um conjunto de torres, telhados vermelhos e ruelas de pedra, com o relógio astronômico na praça e a Ponte Carlos sobre o rio Moldava. Para quem é católico, há ainda um encontro especial: a igreja onde fica a imagem original do Menino Jesus de Praga.

Bratislava, a pequena capital da Eslováquia, aparece numa parada curta e simpática. Budapeste se divide entre Buda, no alto da colina, e Peste, na planície, com o Danúbio no meio e o Parlamento iluminado à noite. Viena é a capital da música clássica, dos cafés tradicionais e dos palácios dos Habsburgo. Se você quer conhecer só essa região, com mais calma, o nosso roteiro por Praga, Budapeste e Viena mostra como.

Itália: Veneza, Florença e Roma
A viagem termina na Itália. Veneza é construída sobre mais de cem ilhas, ligadas por pontes e canais. Florença é o berço do Renascimento, com a cúpula do Duomo dominando os telhados; o portal oficial da Itália tem uma página sobre o que ver em Florença. E Roma fecha o circuito com três noites, o Coliseu, os Fóruns e o Vaticano. Quem quiser conhecer mais o país depois pode ler o nosso guia de viagem para a Itália.

Roteiro de 24 dias, dia a dia
O caminho segue sempre em frente, de Londres a Roma, e só Bruxelas, Veneza e Florença têm uma noite apenas.
Dia 1: o voo noturno para Londres
A viagem começa no Brasil, com um voo noturno para a Europa. A noite é passada a bordo, então o melhor é embarcar com roupa confortável, meia mais quente e um casaquinho, porque o ar-condicionado do avião costuma ser frio. Tente dormir o máximo possível e beba bastante água durante o voo. Levante e caminhe pelo corredor de vez em quando para as pernas não incharem. Na bagagem de mão, deixe os remédios de uso diário e uma muda de roupa.
Dia 2: chegada a Londres e o primeiro respiro
Na chegada ao aeroporto de Londres, alguém espera por você para levar ao hotel. O resto do dia é livre, e isso faz diferença depois de uma noite de avião. Descanse um pouco, tome um banho e, se tiver disposição, saia para uma caminhada curta e um chá da tarde, que em Londres é quase um ritual. Durma cedo: amanhã começam as visitas, e o corpo agradece o ajuste ao novo fuso.
Dia 3: Londres com guia local e Windsor opcional
De manhã, a visita com guia local passa pelos cartões-postais da cidade: o Parlamento e o Big Ben, a Abadia de Westminster, a praça da Coluna de Nelson, Piccadilly Circus e o Palácio de Buckingham, onde, se o tempo ajudar, dá para ver a troca da guarda. A tarde é livre. Quem tiver energia pode fazer o passeio opcional ao Castelo de Windsor, a cerca de 50 km da capital, com visita à Capela de São Jorge e aos salões do castelo. É um passeio com bastante caminhada, então vá de sapato confortável.
Dia 4: um dia livre em Londres
Hoje não há programação, e Londres oferece muitas opções. O Museu Britânico e a National Gallery são bons para uma manhã tranquila, com bancos para descansar e cafés no próprio museu. Quem gosta de compras encontra as grandes lojas da Oxford Street. Um passeio pelo Hyde Park ou pelo St. James’s Park é uma boa pausa entre uma atividade e outra. Use o dia também para descansar: amanhã é dia de estrada e de travessia de barco.
Dia 5: o ferry pelo Canal da Mancha e a chegada a Paris
Depois do café da manhã, o ônibus segue para Dover, no litoral sul da Inglaterra. Ali, ônibus e passageiros embarcam no ferry e cruzam o Canal da Mancha até Calais, na França. A travessia é tranquila, e dá para circular pelo barco, tomar um café e olhar os penhascos brancos de Dover ficando para trás. Do outro lado, a estrada segue até Paris, num total de cerca de 400 km no dia. À noite, há o opcional de Paris iluminada, com um passeio de barco pelo rio Sena.
Dia 6: Paris com guia local e Versalhes opcional
A manhã é de visita com guia local pela Cidade Luz: a Praça da Concórdia, o Arco do Triunfo e a avenida Champs-Élysées, a Île de la Cité com a Catedral de Notre-Dame e os Inválidos, onde está o túmulo de Napoleão. Há uma parada no Campo de Marte para a foto clássica da Torre Eiffel. À tarde, o opcional é o Palácio de Versalhes, com os salões dourados e os jardins sem fim. Versalhes pede muitas horas em pé: se o calor estiver forte, prefira ficar por Paris e descansar.
Dia 7: um dia livre em Paris
Mais um dia à sua disposição. Pela manhã, há o opcional para Montmartre, o bairro dos pintores no alto da colina, com a Basílica de Sacré-Cœur, ou para o Bairro Latino, de livrarias e ruas antigas. Quem preferir pode visitar o Louvre ou o Museu d’Orsay, ou simplesmente sentar num café com um croissant e ver Paris passar. Em Montmartre há ladeiras e escadarias; quem quiser poupar as pernas pode subir de funicular.
Dia 8: Bruges e a chegada a Bruxelas
O ônibus deixa Paris e segue para a Bélgica, cerca de 390 km no dia. A grande parada é Bruges, com seus canais e casas de tijolo. Há tempo livre para passear pelo centro histórico, ver os canais, as igrejas e o Minnewater, conhecido como o Lago do Amor. O piso é de paralelepípedo, então sapato fechado é a melhor escolha. No fim da tarde, a viagem continua até Bruxelas. Quem quiser pode fazer o opcional para ver a Grand Place, o Atomium e o famoso Manneken Pis. Prove o chocolate belga e as batatas fritas, que ali são uma tradição.
Dia 9: Roterdã, Haia e a chegada a Amsterdã
Um dia de estrada mais curto, com cerca de 230 km. A primeira parada é Roterdã, a segunda cidade da Holanda, que foi reconstruída depois da Segunda Guerra com uma arquitetura moderna e ousada. Uma visita panorâmica rápida mostra os prédios diferentes e o porto. Depois vem Haia, onde fica o governo holandês, com uma parada curta para ver os edifícios do poder. No fim do dia, o grupo chega a Amsterdã. À noite, vale uma caminhada leve perto do hotel ou um jantar sem pressa.
Dia 10: Amsterdã, canais e flores
Pela manhã, a visita com guia local passa pela Praça Dam, pelo rio Amstel, pelo Mercado das Flores, que fica sobre barcaças no canal, pela Estação Central e pela Praça dos Museus. Há ainda uma visita a uma oficina de lapidação de diamantes, uma tradição antiga da cidade. A tarde é livre. Os opcionais são um passeio de barco pelos canais, Patrimônio Mundial, ou uma ida às vilas de pescadores de Marken e Volendam. O passeio de barco é sentado e tranquilo, ótimo para quem quer poupar energia. Atenção às bicicletas ao atravessar as ruas.
Dia 11: a estrada até Berlim
Este é o dia mais longo de estrada do roteiro, com cerca de 650 km entre Amsterdã e Berlim. O ônibus faz paradas regulares para descanso, banheiro e refeição, e a paisagem vai das planícies holandesas aos campos do norte da Alemanha. Leve um livro, uma garrafinha de água e um lanche leve. A chegada a Berlim é no fim da tarde. Não marque nada para a noite: um jantar perto do hotel e uma boa noite de sono preparam você para o dia seguinte.
Dia 12: Berlim com guia local
A manhã é de visita com guia local pelos lugares que contam a história da cidade dividida e reunificada: o Portão de Brandemburgo, o Reichstag, que é o Parlamento, a Potsdamer Platz, a Alexanderplatz, a avenida Kurfürstendamm e os trechos que sobraram do Muro de Berlim. É uma visita que emociona quem acompanhou essa história pela televisão. A tarde é livre. O opcional é a visita ao memorial do antigo campo de concentração de Sachsenhausen, um passeio de forte carga emocional. Quem preferir algo mais leve pode passear pela Ilha dos Museus.
Dia 13: Dresden e a chegada a Praga
O dia tem cerca de 350 km. A parada no caminho é Dresden, na região da Saxônia, às margens do rio Elba. A cidade foi reconstruída depois dos bombardeios da Segunda Guerra e hoje encanta pelas igrejas e palácios barrocos. Há tempo livre e um opcional pelo centro histórico. Depois, o ônibus entra na República Tcheca e chega a Praga, onde o guia local já mostra a Praça da Cidade Velha, o Relógio Astronômico, de 1410, com suas figuras que se movem a cada hora, a Igreja de Týn, a Torre da Pólvora e a Praça Venceslau. Cuidado com o piso de pedra, que é irregular.
Dia 14: um dia livre em Praga e o Menino Jesus de Praga
Dia livre para aproveitar a cidade no seu ritmo. O opcional do dia sobe a Colina do Castelo, com o interior da Catedral de São Vito, a Rua do Ouro e o Palácio Imperial. Depois, passa pela Igreja de Nossa Senhora da Vitória, onde fica a imagem do Menino Jesus de Praga, um momento muito especial para quem é devoto. O passeio termina na Ponte Carlos, cheia de estátuas e artistas de rua. A subida ao castelo tem ladeira, então vá com calma e aproveite as paradas para as fotos da cidade lá de cima.
Dia 15: Bratislava e a chegada a Budapeste
O dia tem cerca de 530 km de estrada, passando por Brno até Bratislava, a capital da Eslováquia. A parada é curta e gostosa: um passeio pelas ruelas do centro, com as estátuas de bronze espalhadas pelas calçadas, a Catedral de São Martinho e a Porta de São Miguel. Depois, a viagem segue para a Hungria e chega a Budapeste. À noite, há o opcional de Budapeste iluminada, com a vista do Monte Gellért e um passeio de barco pelo Danúbio. É um dos momentos mais bonitos da viagem, e o barco permite apreciar tudo sentada.
Dia 16: Budapeste, a Pérola do Danúbio
A visita com guia local mostra os dois lados da cidade, que nasceu em 1873 da união de Buda e Peste. Em Buda, no alto, ficam a Colina do Castelo, o Palácio Real, a Igreja de Matias e o Bastião dos Pescadores, com uma das vistas mais bonitas do Danúbio. Em Peste, na planície, ficam o Parlamento, a Basílica de Santo Estêvão e a Praça dos Heróis. À noite, o opcional é um jantar com comida típica húngara e danças folclóricas. Budapeste também é famosa pelas casas de banhos termais, uma boa ideia para relaxar se sobrar tempo.
Dia 17: a chegada a Viena e a visita da cidade imperial
Um trecho curto, de cerca de 250 km, leva à fronteira da Áustria e a Viena, que foi a capital do Império Austro-Húngaro. A visita com guia local passa pela área do Palácio de Hofburg, pela Praça dos Heróis e pela Catedral, e segue pela Ringstrasse, a avenida circular com a Ópera, o Parlamento e a Prefeitura. Há uma parada no Palácio Belvedere para ver os jardins. À noite, o opcional é um concerto de valsas num palácio, com obras de Strauss e Mozart. Não deixe de provar a torta Sacher num café tradicional.
Dia 18: um dia livre em Viena
Mais um dia para aproveitar a cidade sem horário. Viena é plana e fácil de caminhar, com bom transporte público. Uma boa ideia é visitar o Palácio de Schönbrunn, a residência de verão dos Habsburgo, ou passear pelo centro histórico, que é Patrimônio Mundial. Quem gosta de arte pode ver obras de Klimt no Belvedere. Os cafés vienenses, com mesas de mármore e garçons de colete, são o lugar certo para um descanso no meio da tarde.
Dia 19: os Alpes austríacos e a chegada a Veneza
Este é um dia longo, com cerca de 600 km, mas é também um dos mais bonitos pela janela. O ônibus atravessa a Áustria passando por Graz, Klagenfurt e Villach, entre montanhas, lagos e vilarejos alpinos. Depois, cruza a fronteira com a Itália e desce até o Golfo de Veneza. A chegada é no fim do dia. Deixe a câmera ou o celular à mão para as fotos da paisagem e aproveite as paradas para esticar as pernas.
Dia 20: Veneza a pé e a chegada a Florença
De manhã, o grupo vai de barco até a Praça São Marcos, onde começa a visita a pé com guia local. Você vê a fachada da Basílica de São Marcos, o Campanário, o Palácio Ducal e a Ponte dos Suspiros. Veneza tem muitas pontes com degraus, então vá com sapato confortável e sem pressa. Há tempo livre e o opcional de um passeio de gôndola pelos canais e de barco pela laguna. À tarde, a viagem segue por cerca de 250 km até Florença.
Dia 21: Florença, berço do Renascimento, e a chegada a Roma
A manhã é de visita a pé com guia local pelo centro histórico de Florença, por onde passaram Michelangelo e Dante. Você vê a Catedral de Santa Maria del Fiore com seu Campanário, o Batistério e a famosa Porta do Paraíso, a Praça da Signoria e a Ponte Vecchio, com as joalherias sobre o rio Arno. O centro é plano, mas a caminhada é de algumas horas. Depois, o ônibus segue por cerca de 275 km até Roma. Aproveite para provar um gelato antes de partir.
Dia 22: a Roma imperial e o Vaticano
A visita com guia local percorre a Roma antiga: a Praça Veneza, os Fóruns Imperiais, o Coliseu, o Arco de Constantino, o Circo Máximo e a Praça de São Pedro, no Vaticano. Há dois opcionais. Um é a visita aos Museus Vaticanos e à Capela Sistina, com os afrescos de Michelangelo e reserva que ajuda a evitar a fila. O outro, à tarde, é a Roma barroca, com a Fontana di Trevi, as praças e as fontes famosas. Nos Museus Vaticanos se caminha bastante, então reserve energia.

Dia 23: um dia livre em Roma
O último dia inteiro da viagem é livre. Os opcionais são variados: a visita ao interior do Coliseu com o Fórum Romano, ou uma excursão para o sul da Itália, com Nápoles e a ilha de Capri entre abril e outubro, ou Nápoles e Pompeia, a cidade romana coberta pelas cinzas do Vesúvio, entre novembro e março. A excursão ao sul é um dia inteiro e cansativo. Quem preferir ficar em Roma pode passear pela Piazza Navona, pelo Panteão e fazer as últimas compras. À noite, um jantar de despedida com massa e vinho italiano fecha a viagem.
Dia 24: o fim da viagem e a volta para casa
Depois do café da manhã, terminam os serviços do circuito. É o dia de fechar a mala com calma e seguir para o aeroporto de Roma para o voo de volta ao Brasil. Se o voo for à tarde, dá tempo de um último café italiano perto do hotel. Dá para emendar alguns dias a mais em Roma ou em outra cidade da Itália antes de voltar. A Mil Voos pode montar essas noites extras junto com a viagem.
O que está incluso
- Traslado de chegada em Londres;
- hospedagem com café da manhã em bufê todos os dias;
- ônibus de turismo de luxo em todo o percurso, com a travessia de ferry pelo Canal da Mancha;
- guia acompanhante durante todo o circuito;
- visitas com guia local em Londres, Paris, Amsterdã, Berlim, Praga, Budapeste, Viena, Veneza, Florença e Roma;
- seguro turístico do circuito;
- bolsa de viagem transversal;
- taxas municipais das cidades.
O que não está incluso
- Almoços e jantares; existe a opção de acrescentar a meia pensão, com 13 refeições fora de Londres, Paris e Roma;
- o traslado de saída em Roma, no último dia;
- os passeios opcionais: Castelo de Windsor, Paris iluminada com barco pelo Sena, Versalhes, Montmartre ou Bairro Latino, Bruxelas, barco pelos canais ou Marken e Volendam, Sachsenhausen, centro histórico de Dresden, Colina do Castelo de Praga, Budapeste iluminada com barco pelo Danúbio, jantar folclórico húngaro, concerto de valsas em Viena, gôndola e laguna em Veneza, Museus Vaticanos e Capela Sistina, Roma barroca, interior do Coliseu, e Nápoles com Capri ou Pompeia;
- as despesas pessoais, como bebidas, lembrancinhas e gorjetas.
Melhor época para fazer este roteiro
A primavera e o começo do verão europeu, de maio a junho, e o início do outono, em setembro, são as melhores épocas para este roteiro Londres, Paris e Roma. Os dias são longos, os parques estão verdes e o calor ainda não pesa. Em maio, Londres e Amsterdã costumam ter máximas por volta de 17 a 19 °C, Praga, Viena e Budapeste ficam um pouco mais quentes, e Roma já passa dos 23 °C.
Julho e agosto são os meses mais quentes e mais cheios, sobretudo na Itália, onde as tardes passam dos 30 °C e caminhar ao meio-dia cansa muito. No inverno, os dias são curtos e frios no norte e no centro da Europa, com chance de neve em Praga e Viena, mas as cidades ganham o charme dos mercados de Natal. Em qualquer época, leve roupas em camadas e um guarda-chuva pequeno: em Londres e Amsterdã a chuva aparece sem aviso.
Para quem é esta viagem
Esta viagem é para quem sonha em conhecer muito da Europa numa só ida, sem se preocupar com trem, bilhete, mala e horário. Junta as capitais que todo mundo quer ver, como Londres, Paris e Roma, com as cidades imperiais que costumam ficar para uma segunda viagem. Para quem vai à Europa pela primeira vez, é uma forma tranquila de começar, e o nosso artigo sobre a primeira viagem para a Europa depois dos 50 ajuda a se preparar.
Para quem tem 50 anos ou mais, o ritmo funciona bem para quem caminha de uma a duas horas sem dificuldade, com pausas. As visitas a pé em Bruges, Praga, Veneza e Florença têm piso de pedra, pontes com degraus e algumas ladeiras. Os seis dias longos de estrada pedem paciência, mas têm paradas regulares. E os cinco dias livres, mais as tardes sem programação, são o respiro para descansar. Quem tem mobilidade reduzida pode conversar com a gente antes: avaliamos juntos se este circuito é o melhor caminho ou se outro formato combina mais. O nosso guia de pacotes de viagem para a terceira idade mostra como escolher.
Perguntas frequentes
Quantos dias e quantos países tem este roteiro Londres, Paris e Roma?
São 24 dias, com a primeira noite no avião e 22 noites em hotel, passando por dez países: Inglaterra, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Áustria e Itália.
Tem tempo livre durante a viagem?
Tem. Há um dia inteiro livre em Londres, em Paris, em Praga, em Viena e em Roma, além das tardes livres depois das visitas em Londres, Amsterdã e Berlim. Nas paradas de estrada, como Bruges, Dresden e Bratislava, também há tempo para passear por conta própria.
Como são os hotéis?
São hotéis confortáveis, com café da manhã em bufê. A maioria fica fora do centro histórico, em bairros mais afastados ou perto do aeroporto, como em Bruxelas e Amsterdã. Em Veneza, a hospedagem é em terra firme, e o grupo chega ao centro de barco.
Dá para emendar mais dias em alguma cidade?
Dá. Você pode chegar um dia antes a Londres, para descansar do voo, ou ficar mais alguns dias em Roma no fim. Se você prefere uma versão mais curta, que termina em Viena e deixa a Itália para outra viagem, veja o roteiro Londres, Paris, Amsterdam e Berlim em 19 dias. A Mil Voos monta o voo e as noites extras junto com o circuito.
E os documentos para a viagem?
A Mil Voos orienta sobre documentos na hora de montar a viagem.
De Londres a Roma, em 24 dias, cabem dez países, o Big Ben, a Torre Eiffel, os canais de Amsterdã, Praga, o Danúbio, Viena, Veneza e o Coliseu, com alguém cuidando do caminho enquanto você só se preocupa em aproveitar.
Quer fazer esta viagem?
A Mil Voos monta com o voo saindo do Brasil e cuida de tudo, antes, durante e depois da viagem.
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