
Conteúdo do artigo
Imagine começar a viagem vendo a troca da guarda em Londres, atravessar o Canal da Mancha de ferry, jantar em Paris, passear pelos canais de Bruges e terminar ouvindo uma valsa em Viena. Este roteiro Londres, Paris, Amsterdam e Berlim segue de ônibus, com guia acompanhante, até Praga, Budapeste e Viena. São 19 dias e nove países, sem se preocupar com trem, estação ou bilhete.
É uma viagem para quem quer conhecer as grandes capitais da Europa de uma vez só, com alguém cuidando da parte chata. Aqui está o dia a dia completo, o que cada país tem de especial, o que está incluso e para quem este ritmo combina.
Resumo do roteiro Londres, Paris, Amsterdam e Berlim em 19 dias
São 17 noites na Europa: três em Londres, três em Paris, uma em Bruxelas e duas em cada uma das outras cidades (Amsterdam, Berlim, Praga, Budapeste e Viena). A primeira noite é no avião, saindo do Brasil.
| Dia | Pernoite | Destaques | Ritmo |
|---|---|---|---|
| 1 | No avião | Saída do Brasil | Leve |
| 2 | Londres | Chegada, traslado e descanso | Leve |
| 3 | Londres | Big Ben, Westminster, Buckingham com guia local | Moderado |
| 4 | Londres | Dia livre | Leve |
| 5 | Paris | Dover, ferry pelo Canal da Mancha, Calais | Longo na estrada |
| 6 | Paris | Arco do Triunfo, Notre-Dame, Torre Eiffel com guia local | Moderado |
| 7 | Paris | Dia livre (Montmartre opcional) | Leve |
| 8 | Bruxelas | Canais de Bruges | Longo na estrada |
| 9 | Amsterdam | Roterdã e Haia no caminho | Moderado |
| 10 | Amsterdam | Praça Dam, Mercado das Flores com guia local | Moderado |
| 11 | Berlim | Viagem até a capital alemã | Longo na estrada |
| 12 | Berlim | Portão de Brandemburgo, Muro com guia local | Moderado |
| 13 | Praga | Dresden e Cidade Velha de Praga | Longo na estrada |
| 14 | Praga | Dia livre (Castelo opcional) | Leve |
| 15 | Budapeste | Parada em Bratislava | Longo na estrada |
| 16 | Budapeste | Bastião dos Pescadores, Parlamento com guia local | Moderado |
| 17 | Viena | Hofburg, Ringstrasse, Belvedere com guia local | Moderado |
| 18 | Viena | Dia livre | Leve |
| 19 | Viena | Café da manhã e fim da viagem | Leve |
Como é esta viagem de ônibus com guia
É um circuito de ônibus de turismo, com guia acompanhante do começo ao fim na Europa. Você chega a Londres, alguém te espera no aeroporto e, dali em diante, o grupo segue junto até Viena. As malas vão no bagageiro, e o guia cuida dos horários, das paradas e das fronteiras.
- Nove países: Inglaterra, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria e Áustria.
- Visitas com guia local em sete cidades: Londres, Paris, Amsterdam, Berlim, Praga, Budapeste e Viena. É o guia da cidade que conta as histórias e mostra os lugares principais.
- Quatro dias livres (Londres, Paris, Praga e Viena), além da tarde livre em várias cidades. Dá para descansar ou fazer um passeio opcional.
- Cinco dias mais longos de estrada, o maior deles entre Amsterdam e Berlim, com cerca de 655 km. É um dia de estrada mais longo, com paradas para descanso, e no fim da tarde você já está no hotel.
Os hotéis são de categoria turística. Em várias cidades eles ficam nos arredores ou perto do aeroporto, e o ônibus leva o grupo nas visitas. Nos dias livres, o guia acompanhante ajuda a combinar como chegar ao centro. Se você nunca fez uma viagem assim, o guia primeira viagem para a Europa depois dos 50 ajuda a se preparar.
Os destinos do roteiro: o que cada país tem de especial
Este roteiro junta duas Europas. A primeira metade é a das grandes capitais do oeste, que todo mundo sonha em ver um dia. A segunda é a Europa central, das cidades imperiais à beira do Danúbio, que costuma surpreender quem vai pela primeira vez.
Inglaterra: Londres, a porta de entrada
Londres mistura a pompa da realeza com a vida de uma cidade enorme. O Palácio de Westminster, a Abadia e o Big Ben formam um conjunto reconhecido pela UNESCO. Os grandes museus, como o Britânico e a National Gallery, têm entrada gratuita no acervo permanente, o que é ótimo para o dia livre. São três noites, o tempo certo para sair do avião, descansar e conhecer a cidade sem pressa.

França: Paris e a chegada pelo Canal da Mancha
Chegar a Paris pelo ferry de Dover a Calais já é um passeio. Em Paris, as margens do Sena, com a Notre-Dame, o Louvre e a Torre Eiffel, são patrimônio da humanidade. A cidade é plana na maior parte, boa de caminhar, e cheia de cafés para sentar e ver o movimento. Para planejar o dia livre, o site oficial de turismo da França tem bons roteiros por bairro.
Bélgica e Holanda: canais, flores e casinhas de tijolo
Bruges parece cenário de filme: canais, pontes de pedra e casas medievais. O centro histórico de Bruges é tombado pela UNESCO e todo plano, ótimo para andar devagar. Na Holanda, o roteiro passa por Roterdã e Haia antes de Amsterdam, cujo anel de canais do século 17 também é patrimônio. Quem gosta de tulipas encontra o Mercado das Flores no passeio com guia. Para conhecer melhor a região, veja o roteiro Maravilhas da Holanda e Benelux.

Alemanha: Berlim e Dresden
Berlim conta a história do século 20 em cada esquina: o Portão de Brandemburgo, o Reichstag e os trechos que sobraram do Muro, que dividiu a cidade até 1989. É uma capital larga, de avenidas amplas e muito verde. No caminho para Praga, o roteiro para em Dresden, às margens do rio Elba, reconstruída depois da Segunda Guerra e conhecida pelas igrejas e palácios barrocos.

República Tcheca, Hungria e Áustria: as cidades imperiais
A segunda metade da viagem passa pelas antigas cidades imperiais. O centro histórico de Praga tem o Relógio Astronômico, de 1410, e a Ponte Carlos. Budapeste se divide entre Buda, no alto do morro, e Pest, na planície, com as margens do Danúbio entre as duas. Viena encerra a viagem com palácios, cafés tradicionais e música clássica, num centro histórico também tombado. Quem quiser só esta parte pode ver o roteiro Praga, Budapeste e Viena.

Roteiro de 19 dias, dia a dia
Veja como cada dia acontece, com o que está programado, o que é livre e uma dica para aproveitar melhor.
Dia 1: saída do Brasil rumo a Londres
A viagem começa com o voo noturno para a Europa. A noite é a bordo, então vale pensar no conforto: roupa folgada, meia de compressão se o seu médico indicar, uma blusa leve para o ar-condicionado e os remédios de uso diário na bolsa de mão. Beber água durante o voo e levantar para caminhar um pouco no corredor ajuda a chegar mais disposta. A Mil Voos monta essa parte com o voo saindo do Brasil e a conexão já pensada para a chegada a Londres.
Dia 2: chegada a Londres e tarde de descanso
No aeroporto de Londres, alguém espera o grupo e faz o traslado até o hotel. O resto do dia é livre, e o melhor uso dele, depois de uma noite no avião, é descansar. Se a energia estiver boa, uma volta curta perto do hotel e um chá da tarde já dão o clima da cidade. Durma cedo: amanhã é dia de conhecer os cartões-postais. Dica: o fuso de Londres fica três ou quatro horas à frente de Brasília, conforme a época do ano, e o corpo agradece um dia mais calmo.
Dia 3: Londres com guia local
Depois do café da manhã, o guia local mostra a cidade: o Parlamento e o Big Ben, a Abadia de Westminster, a praça da Coluna de Nelson, Piccadilly Circus e o Palácio de Buckingham, com a troca da guarda quando o horário e o tempo permitem. A maior parte é vista do ônibus, com paradas para fotos e caminhadas curtas. A tarde é livre. Para quem tem disposição, há o passeio opcional ao Castelo de Windsor, a cerca de 50 km, com entrada na Capela de São Jorge e nos aposentos de Estado. Quem prefere ir com calma pode almoçar num pub e voltar ao hotel.
Dia 4: dia livre em Londres
Um dia inteiro para fazer Londres do seu jeito. O Museu Britânico e a National Gallery têm o acervo permanente gratuito e muitos bancos para sentar. Quem gosta de compras encontra as lojas da Oxford Street e as lojas de departamento clássicas. Um passeio de barco pelo Tâmisa mostra a cidade sem cansar as pernas. Para o almoço, o tradicional peixe com batata frita ou uma torta inglesa. Dica: o metrô tem muita escada; em trechos curtos, o táxi preto ou o ônibus de dois andares costuma ser mais confortável.
Dia 5: Dover, o Canal da Mancha e a chegada a Paris
Depois do café da manhã, o ônibus segue até Dover, onde o grupo embarca no ferry para atravessar o Canal da Mancha. Do convés dá para ver os famosos penhascos brancos ficando para trás. Em Calais, já na França, o ônibus continua até Paris; são cerca de 405 km no total, com paradas. À noite, quem tiver energia pode fazer o passeio opcional Paris Iluminada, com um cruzeiro pelo Sena. Se o cansaço bater, deixe para outra noite: Paris acesa vale a pena com o corpo descansado.
Dia 6: Paris com guia local
A visita com guia local percorre a Place de la Concorde, a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo, a Île de la Cité com a Catedral de Notre-Dame e o Hôtel des Invalides, onde está o túmulo de Napoleão. No Campo de Marte, há uma parada para a foto clássica da Torre Eiffel. À tarde, o opcional sugerido é o Palácio de Versalhes, com seus salões e jardins enormes. Dica: em Versalhes se anda bastante, e os jardins pedem sapato confortável e chapéu nos dias de sol.
Dia 7: dia livre em Paris
Mais um dia por sua conta. De manhã, há o passeio opcional por Montmartre, com a Basílica de Sacré-Coeur e a praça dos pintores, ou pelo Bairro Latino, de ruas antigas e livrarias. Montmartre tem ladeira e escadaria; o bondinho funicular poupa a subida. Quem prefere museu pode escolher o Louvre ou o Museu d’Orsay, este menor e mais fácil de percorrer. No fim da tarde, um café numa calçada e um croissant fecham o dia. Se algum opcional não acontecer, o guia oferece outra opção durante a viagem.
Dia 8: os canais de Bruges e a noite em Bruxelas
O ônibus sai de Paris rumo à Bélgica, num dia de estrada mais longo (cerca de 387 km), com paradas para descanso. A recompensa é Bruges: tempo livre para andar pelo centro histórico, ver o Lago do Amor, os canais e as igrejas. É tudo plano, mas o piso é de pedra, então sapato firme faz diferença. Prove o chocolate belga e, se der fome, as batatas fritas da região. À tarde, o grupo segue para Bruxelas, onde há um passeio opcional pela Grand-Place, pelo Atomium e pelo Manneken Pis.
Dia 9: Roterdã, Haia e a chegada a Amsterdam
Um dia de estrada mais curto, com cerca de 230 km e duas paradas na Holanda. Em Roterdã, a segunda cidade do país, uma volta panorâmica mostra a arquitetura moderna que nasceu depois da guerra. Em Haia, capital administrativa, uma pausa rápida para ver os prédios do governo holandês. No fim da tarde, chegada a Amsterdam. Dica: guarde energia para amanhã, que é o dia de conhecer a cidade a pé, e aproveite a noite para jantar perto do hotel.
Dia 10: Amsterdam com guia local
A visita com guia local passa pela Praça Dam, pelo rio Amstel, pelo tradicional Mercado das Flores, pela Estação Central, pelo porto e pela Praça dos Museus. O passeio inclui uma visita a uma oficina de lapidação de diamantes, curiosa de ver de perto. A tarde é livre. Os opcionais são as vilas de pescadores de Marken e Volendam, com casinhas de madeira, ou um passeio de barco pelos canais, que mostra a cidade sentada e sem esforço. Cuidado com as bicicletas: elas têm preferência e passam rápido.
Dia 11: de Amsterdam a Berlim
É o dia mais longo de estrada da viagem: cerca de 655 km até Berlim. O ônibus para várias vezes para café, almoço e banheiro, e a paisagem do norte da Alemanha, com campos e cidades pequenas, passa pela janela. Leve um livro, fones de ouvido, uma garrafinha de água e um casaco leve. A chegada é no fim da tarde, com tempo para um jantar tranquilo e uma boa noite de sono.
Dia 12: Berlim com guia local
Pela manhã, o guia local mostra a Berlim da reunificação: o Portão de Brandemburgo, o Reichstag, a Potsdamer Platz, a Alexanderplatz, a avenida Kurfürstendamm e os trechos que sobraram do Muro. É uma visita que emociona quem acompanhou essa história pelo noticiário. A tarde é livre. O opcional sugerido é o memorial do antigo campo de concentração de Sachsenhausen, uma visita forte, que pede preparo emocional. Quem preferir algo leve pode ir à Ilha dos Museus ou tomar um café na Kurfürstendamm.
Dia 13: Dresden e a chegada a Praga
O ônibus segue para a Saxônia, até Dresden, às margens do Elba. Há tempo livre para ver o centro histórico, com a Igreja de Nossa Senhora reconstruída, e há uma visita opcional guiada por ali. Depois, a viagem continua para a República Tcheca, cerca de 345 km no total. Em Praga, o guia local faz o primeiro passeio: a Praça da Cidade Velha, com o Relógio Astronômico de 1410, cujas figuras se movem a cada hora, a Igreja de Týn, a Torre da Pólvora e a Praça Venceslau. O piso de paralelepípedo pede atenção.
Dia 14: dia livre em Praga
O dia é seu. O passeio opcional sobe a Colina do Castelo, com o interior da Catedral de São Vito, a Rua do Ouro e o Palácio, passa pela Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa, onde fica a imagem do Menino Jesus de Praga, e termina na Ponte Carlos. Para quem é católico, essa parada costuma ser um momento especial. A subida ao castelo tem ladeira; vá de bonde ou táxi e desça caminhando. À noite, um prato de goulash com pão em uma cervejaria tradicional fecha bem o dia.

Dia 15: Bratislava e a chegada a Budapeste
Mais um dia de estrada mais longo, cerca de 533 km, passando por Brno até Bratislava, capital da Eslováquia. Ali, uma parada curta para andar pelas ruelas do centro, ver as esculturas de bronze espalhadas pelas calçadas, a Igreja de São Martinho e a Porta de São Miguel. Depois, a viagem entra na Hungria até Budapeste. À noite, o opcional Budapeste Iluminada sobe ao Monte Gellért e inclui um cruzeiro pelo Danúbio, com o Parlamento aceso visto do rio.
Dia 16: Budapeste com guia local
O guia local apresenta as duas partes da cidade, unidas em 1873. Em Buda, a Colina do Castelo com o Palácio Real, a Igreja Matias e o Bastião dos Pescadores, de onde se tem a vista mais famosa do Danúbio. Em Pest, o Parlamento, a Basílica de Santo Estêvão e a Praça dos Heróis. À tarde, quem quiser pode conhecer as casas de banho termais da cidade. À noite, há um jantar folclórico húngaro opcional, com comida típica e danças tradicionais húngaras e ciganas.
Dia 17: chegada a Viena e visita com guia local
Um trecho curto, de cerca de 250 km, leva o grupo à Áustria. Em Viena, antiga capital do Império Austro-Húngaro, o guia local percorre a área imperial do Hofburg, a Praça dos Heróis e a Catedral de Santo Estêvão. Depois, a Ringstrasse, com a Ópera, o Parlamento e a Prefeitura, até o Danúbio e a sede da ONU. Há uma parada no Palácio Belvedere para ver os jardins, e a visita termina na região da Ópera. À noite, o opcional é um concerto de valsas com obras de Strauss e Mozart num palácio vienense.

Dia 18: dia livre em Viena
O último dia livre da viagem, para curtir Viena com calma. Os cafés tradicionais são um programa em si: sente, peça um café vienense e uma fatia de torta Sacher ou de strudel de maçã. Quem quiser mais um palácio pode visitar Schönbrunn, a residência de verão dos imperadores, ou a Galeria do Belvedere, onde está O Beijo, de Klimt. O centro histórico é plano e tem bonde, o que facilita para quem já está com as pernas cansadas depois de tantos dias de passeio.
Dia 19: café da manhã e despedida de Viena
Depois do café da manhã, terminam os serviços do circuito. É hora de fechar as malas, se despedir do grupo e seguir para o aeroporto, ou emendar mais alguns dias na Europa. Na montagem da viagem, a Mil Voos já deixa combinados o voo de volta e a ida ao aeroporto. Se a vontade for continuar, Viena tem trem rápido para Salzburgo e voos curtos para várias capitais. Dá para combinar isso na hora de montar a viagem.
O que está incluso neste roteiro
- Traslado do aeroporto ao hotel na chegada a Londres.
- Hospedagem com café da manhã em bufê todos os dias.
- Ônibus de turismo durante todo o circuito, incluindo a travessia de ferry pelo Canal da Mancha.
- Visitas com guia local em Londres, Paris, Amsterdam, Berlim, Praga, Budapeste e Viena.
- Paradas em Bruges, Roterdã, Haia, Dresden e Bratislava, no caminho.
- Guia acompanhante durante o circuito.
- Seguro turístico do circuito.
- Uma bolsa de viagem a tiracolo.
- Taxas municipais.
O que não está incluso
- Os voos do Brasil para Londres e de Viena para o Brasil, que a Mil Voos acrescenta na montagem da viagem.
- Almoços e jantares. Existe a opção de meia pensão, com 11 refeições fora de Londres e Paris, contratada à parte.
- Os passeios opcionais: Castelo de Windsor, Paris Iluminada com cruzeiro no Sena, Versalhes, Montmartre ou Bairro Latino, Bruxelas, Marken e Volendam ou barco pelos canais, Sachsenhausen, centro histórico de Dresden, Castelo de Praga, Budapeste Iluminada com cruzeiro no Danúbio, jantar folclórico húngaro e concerto de valsas em Viena.
- O traslado de saída em Viena, que não aparece no incluso do circuito.
- Entradas de museus e monumentos nos dias livres, bebidas e gastos pessoais.
Melhor época para fazer este roteiro
A primavera (de abril a junho) e o começo do outono (setembro e outubro) são as épocas mais agradáveis. Em maio, Londres costuma ter tardes entre 15 °C e 19 °C, e Paris chega perto dos 20 °C. Praga, Budapeste e Viena ficam um pouco mais quentes no fim da primavera, com dias longos que deixam o passeio render.
Julho e agosto são quentes na Europa central, às vezes acima de 30 °C, e as cidades ficam mais cheias. No inverno, as capitais do leste ficam perto de 0 °C e escurece por volta das 16h, mas em dezembro os mercados de Natal de Viena, Praga e Budapeste encantam quem gosta de frio. Para a maioria dos viajantes 50+, maio, junho e setembro são o melhor equilíbrio.
Para quem é esta viagem
Este roteiro combina com quem quer ver muitas capitais de uma vez e prefere deixar a logística com alguém. O ritmo é moderado: há cinco dias mais longos de estrada, mas eles se alternam com dias de visita e com quatro dias livres para descansar. Nas visitas com guia local, boa parte do percurso é feita de ônibus, com caminhadas curtas nos pontos principais.
- Caminhada: nos centros históricos de Bruges, Praga e Budapeste o chão é de paralelepípedo, e a Colina do Castelo de Praga e o Bastião dos Pescadores têm subida. Sapato fechado e confortável é obrigatório na mala.
- Malas: são oito hotéis ao longo da viagem. Uma mala de rodinhas média e uma bolsa pequena para o ônibus facilitam a vida.
- Descanso: não precisa fazer todos os opcionais. Escolha dois ou três que mais te atraem e use as outras tardes para descansar.
- Quem viaja sozinha: o grupo e o guia acompanhante dão companhia e segurança, sem tirar a liberdade dos dias livres.
Se você prefere um ritmo de barco, sem trocar de hotel, compare com os cruzeiros de rio pelo Reno e pelo Danúbio, que passam por várias dessas cidades.
Perguntas frequentes
Quantos dias tem o roteiro Londres, Paris, Amsterdam e Berlim?
São 19 dias, contando a noite do voo de ida, com 17 noites na Europa. O roteiro começa em Londres e termina em Viena, passando por Paris, Bruges, Bruxelas, Amsterdam, Berlim, Dresden, Praga, Bratislava e Budapeste.
Quantos países a viagem visita?
Nove: Inglaterra, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria e Áustria. A Mil Voos orienta sobre documentos na hora de montar a viagem.
Tem tempo livre ou é tudo programado?
Tem bastante tempo livre: quatro dias inteiros (em Londres, Paris, Praga e Viena) e várias tardes depois das visitas com guia. Os passeios opcionais são escolha sua.
Como são os hotéis?
São hotéis de categoria turística, com café da manhã em bufê. Em várias cidades ficam nos arredores ou perto do aeroporto, e o ônibus faz o transporte nas visitas programadas.
Dá para emendar outra cidade depois de Viena?
Dá, sim. Salzburgo fica a poucas horas de trem, e há voos curtos de Viena para várias capitais europeias. A Mil Voos monta essa extensão junto com o resto da viagem.
Quer fazer esta viagem de Londres a Viena?
A Mil Voos monta este roteiro com o voo saindo do Brasil e cuida de tudo, do embarque à volta para casa, com atendimento de gente de verdade antes, durante e depois da viagem.
Leia também



