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Imagine acordar em Sevilha com cheiro de flor de laranjeira, ver a Alhambra dourar no fim da tarde, tomar um café diante da Torre Eiffel, navegar pelo Reno entre castelos e terminar a semana jogando uma moeda na Fontana di Trevi. Esta excursão pela Europa junta tudo isso em 25 dias, de ônibus, com um guia acompanhando o grupo do começo ao fim e sem você precisar fazer e desfazer planos a cada cidade.
É uma viagem para quem quer ver muito da Europa de uma vez só, com conforto e alguém cuidando da logística. Aqui você encontra o resumo do roteiro, o que cada país tem de especial, o dia a dia completo, o que está e o que não está incluso, a melhor época para ir e para quem esse ritmo funciona bem.
Resumo do roteiro
São 25 dias, com a primeira noite no avião e 23 noites em hotel, passando por sete países: Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Suíça e Itália. A viagem começa e termina em Madri e desenha uma grande volta pelo continente. A tabela mostra onde você dorme em cada noite e quanto cada dia pede de energia.
| Dia | Onde dorme | Destaques | Ritmo |
|---|---|---|---|
| 1 | No avião | Voo noturno do Brasil para Madri | Leve |
| 2 | Madri | Chegada, traslado e resto do dia livre | Leve |
| 3 | Madri | Visita panorâmica com guia local e tarde livre | Leve |
| 4 | Sevilha | Teatro romano de Mérida no caminho | Longo na estrada |
| 5 | Sevilha | Praça de Espanha, Giralda e bairro de Santa Cruz | Moderado |
| 6 | Costa do Sol | Povoados brancos e Ronda | Moderado |
| 7 | Granada | Alhambra e jardins do Generalife | Moderado |
| 8 | Madri | Toledo, com almoço e passeio pelo centro antigo | Longo na estrada |
| 9 | Bordeaux | Norte da Espanha e chegada à França | Longo na estrada |
| 10 | Paris | Vale do Loire e castelo de Blois | Longo na estrada |
| 11 | Paris | Visita panorâmica com guia local | Moderado |
| 12 | Paris | Dia livre | Leve |
| 13 | Amsterdã | Parada em Bruges, na Bélgica | Longo na estrada |
| 14 | Amsterdã | Canais, Praça Dam e Mercado das Flores | Moderado |
| 15 | Frankfurt | Cruzeiro pelo Reno entre castelos | Longo na estrada |
| 16 | Zurique | Heidelberg, Floresta Negra e lago Titisee | Longo na estrada |
| 17 | Veneza | Lucerna e travessia dos Alpes | Longo na estrada |
| 18 | Florença | Praça São Marcos e Palácio Ducal | Moderado |
| 19 | Roma | Duomo de Florença e Ponte Vecchio | Moderado |
| 20 | Roma | Coliseu, Fóruns e Praça de São Pedro | Moderado |
| 21 | Roma | Dia livre | Leve |
| 22 | Nice | Torre de Pisa e Riviera italiana | Longo na estrada |
| 23 | Barcelona | Côte d’Azur, Provença e Gaudí | Longo na estrada |
| 24 | Madri | Basílica do Pilar, em Zaragoza | Longo na estrada |
| 25 | Volta ao Brasil | Café da manhã e traslado ao aeroporto | Leve |
Como é esta excursão pela Europa?
É um circuito de ônibus, com um guia acompanhante que viaja com o grupo durante todo o percurso: ele cuida dos horários, das paradas, da chegada aos hotéis e das dúvidas do dia a dia. Você desfaz a mala com calma nas cidades onde dorme duas ou três noites (Madri, Sevilha, Paris, Amsterdã e Roma) e segue leve nos trechos de uma noite só.
Nas cidades principais, um guia local se junta ao grupo para a visita. São nove: Madri, Sevilha, Granada, Toledo, Paris, Amsterdã, Veneza, Florença e Roma. É ele quem conta as histórias de cada praça e de cada igreja, e isso faz muita diferença para entender o que se está vendo.
Há também dias livres, sem programação: um em Paris, um em Roma, e as tardes livres em Madri e Amsterdã. Servem para descansar, voltar a um lugar que encantou ou fazer um passeio opcional.
Uma volta tão grande tem dias longos de estrada. Em 11 dos 25 dias, o ônibus roda mais de 400 km, quase sempre com uma cidade bonita no meio do caminho e com paradas para descanso, banheiro e café. Muita gente gosta desses dias, com a paisagem mudando pela janela, das planícies da Espanha aos vinhedos do Reno e às montanhas da Suíça.
- 7 países e 14 cidades de pernoite;
- guia acompanhante durante todo o circuito e guia local em 9 cidades;
- café da manhã todos os dias e mais 4 refeições incluídas;
- hotéis confortáveis, alguns no centro e outros nos arredores ou perto do aeroporto, como em Amsterdã e Zurique; em Veneza, o hotel fica em terra firme e o grupo chega à Praça São Marcos de barco.
Os destinos: o que cada país tem de especial
A cada fronteira mudam a língua, a comida e a arquitetura. Este é o resumo de cada parte da viagem.
Espanha: Madri, Andaluzia, Toledo e Barcelona
A Espanha abre e fecha a viagem, e é onde o roteiro passa mais dias. Madri tem avenidas largas, museus de primeira e um jeito de viver na rua até tarde. A Andaluzia, no sul, é a Espanha dos pátios floridos, dos azulejos e do flamenco: Sevilha encanta já no primeiro passeio, Ronda fica pendurada num desfiladeiro, e Granada guarda a Alhambra, o palácio dos reis mouros, a visita mais esperada do roteiro.
Toledo é uma cidade inteira dentro de muralhas, onde cristãos, muçulmanos e judeus viveram lado a lado por séculos. E Barcelona, já no fim, mostra o lado criativo do país, com os prédios ondulados de Gaudí. O portal oficial de turismo da Espanha tem uma boa página sobre Granada e a Alhambra.

França: Bordeaux, o Vale do Loire, Paris e a Côte d’Azur
A França aparece em quatro versões. Bordeaux é elegante, de pedra clara, cercada por vinhedos famosos no mundo inteiro. O Vale do Loire é a terra dos castelos renascentistas, onde os reis da França passavam temporadas. Em Paris, três noites dão tempo de ver os grandes monumentos e ainda sentar num café sem pressa.
Mais adiante, a Côte d’Azur traz o mar azul-turquesa de Nice e o charme da Provença, com seus campos e vilarejos de pedra.

Bélgica e Holanda: Bruges e Amsterdã
Bruges parece cenário de conto, com canais, pontes de pedra e casinhas com telhado em degrau. A parada é curta. Amsterdã é a cidade das bicicletas, dos canais cheios de barcos e das casas estreitas e inclinadas, e tem um ar descontraído. Por perto, as vilas de pescadores de Marken e Volendam mostram a Holanda das casinhas de madeira e dos trajes típicos.
Alemanha: o Reno, Heidelberg e a Floresta Negra
Na Alemanha, o ponto alto é o trecho do Reno entre Boppard e St. Goar, um vale de vinhedos em terraços e castelos no alto dos morros, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial (Vale do Médio Reno Superior). É ali que fica o rochedo Loreley, cercado de lendas. Depois vêm Heidelberg, cidade universitária com um castelo em ruínas no alto, e a Floresta Negra, com seus pinheiros escuros e o lago Titisee.

Suíça: Zurique, Lucerna e os Alpes
A Suíça é a pausa de ar fresco da viagem. Lucerna fica à beira de um lago cercado de montanhas e tem uma ponte de madeira coberta, cheia de pinturas antigas, que é o símbolo da cidade. Quem quiser sobe ao Monte Titlis, com neve até no verão. O portal oficial de turismo suíço tem uma boa apresentação de Lucerna. Depois, a estrada atravessa os Alpes rumo à Itália.
Itália: Veneza, Florença, Roma e Pisa
A Itália entra no roteiro com quatro cidades. Veneza é única no mundo, uma cidade sem carros, feita de canais e pontes. Florença é o berço do Renascimento, onde cada esquina tem uma obra de arte. Roma junta dois mil anos de história, do Coliseu ao Vaticano, em três noites que passam rápido. E Pisa, no caminho de volta, tem a torre inclinada mais famosa do planeta. O portal oficial de turismo da Itália apresenta bem Veneza, e quem quiser ir além pode ler o nosso guia de viagem para a Itália depois dos 50.

Roteiro de 25 dias, dia a dia
Este é o roteiro completo da excursão pela Europa, na ordem em que acontece. Em cada dia, você vê o que se visita, como é o ritmo e uma dica para aproveitar melhor.
Dia 1: o voo noturno para Madri
A viagem começa no aeroporto, com um voo noturno do Brasil para Madri. A primeira noite é passada no avião, então vale se preparar para dormir: roupa confortável, uma blusa para o ar-condicionado, meias e travesseiro de pescoço. Beba bastante água durante o voo e, de vez em quando, levante para caminhar um pouco pelo corredor e mexer as pernas. Os remédios de uso diário vão na bagagem de mão, junto com a receita.
Dia 2: chegada a Madri e tarde para descansar
Na chegada ao aeroporto de Madri, há assistência e traslado até o hotel. O resto do dia é livre, e a melhor ideia é não programar nada: tome um banho, descanse algumas horas e, se tiver disposição, saia no fim da tarde para uma caminhada curta. Os madrilenhos jantam tarde, e uma porção de tapas num bar do bairro é uma boa estreia. Dormir no horário local já na primeira noite ajuda o corpo a se acertar com o fuso.
Dia 3: Madri com guia local e tarde livre
Depois do café da manhã, um guia local conduz a visita panorâmica de Madri, passando pelas grandes avenidas, praças e edifícios da capital. Boa parte do percurso é feita de ônibus, com paradas para fotos. A tarde fica livre para compras ou passeios. Para quem gosta de arte, o Museu do Prado é uma boa pedida, com bancos para descansar entre uma sala e outra. O Parque do Retiro é ótimo para uma caminhada leve na sombra.
Dia 4: Mérida e a chegada a Sevilha
Este é o primeiro dia mais longo de estrada, com cerca de 540 km. A pausa no meio do caminho vale a viagem: Mérida, na região da Estremadura, guarda um dos conjuntos romanos mais bem preservados da Espanha, Patrimônio Mundial da UNESCO. O teatro romano, com sua fachada de colunas, impressiona até quem já viu muita ruína. O almoço é livre, e há tempo para comer com calma antes de seguir para Sevilha. O jantar desta noite já está incluso, e o dia termina sem preocupação.
Dia 5: Sevilha, da Praça de Espanha ao bairro de Santa Cruz
Pela manhã, a visita com guia local passa pelo Parque Maria Luísa, pela Praça de Espanha, com seus bancos de azulejo que representam cada província do país, pelo exterior da Catedral e pela Giralda, a torre que já foi minarete. O passeio termina no bairro de Santa Cruz, de ruelas estreitas e pátios floridos, um trecho a pé em piso de pedra: vá de sapato fechado e confortável. A tarde é livre. Quem tiver energia pode fazer o passeio opcional de barco pelo rio Guadalquivir e, à noite, assistir a um show de flamenco.

Dia 6: os povoados brancos, Ronda e a Costa do Sol
Um dia de estrada curta, com cerca de 190 km, pela rota dos povoados brancos da Andaluzia, vilas de casas caiadas penduradas nos morros. A parada é em Ronda, cidade construída na beira de um desfiladeiro profundo, cortado por uma ponte de pedra que dá frio na barriga. O tempo livre permite ir até o mirante da ponte e sentar num café da praça. À tarde, o grupo desce até a Costa do Sol, perto de Málaga, para o jantar incluso e uma noite à beira do Mediterrâneo.
Dia 7: Granada e a Alhambra
Depois de cerca de 180 km, o grupo chega a Granada para a visita com guia local à Alhambra e aos jardins do Generalife, com a entrada incluída. Os salões decorados com arabescos, os pátios com fontes e as vistas da cidade lá de cima são o ponto alto do dia. A visita tem bastante caminhada, com alguns degraus e trechos de terra, então leve água e chapéu. O jantar é incluso. À noite, há o opcional do bairro de Sacromonte, com flamenco numa caverna.
Dia 8: Toledo e a volta a Madri
Dia longo, com cerca de 446 km, mas com uma das cidades mais bonitas da Espanha no caminho. Em Toledo, o almoço está incluso e um guia local acompanha o grupo. A visita começa no Mirador del Valle, de onde se vê a cidade inteira sobre a colina, abraçada pelo rio Tejo. Depois, um passeio a pé pela parte antiga, com ruas de pedra que sobem e descem: vá no seu ritmo e aproveite as paradas. À noite, o grupo volta a Madri para dormir.
Dia 9: o norte da Espanha e a chegada a Bordeaux
É o dia mais longo da primeira metade, com cerca de 693 km, e o ônibus faz paradas regulares para descanso. A estrada sobe pelo norte da Espanha, passando por Burgos e pelos arredores de San Sebastián, até cruzar a fronteira com a França perto dos Pirineus. O destino é Bordeaux, capital da Aquitânia, cidade de palácios de pedra clara à beira do rio Garona e cercada de vinhedos. Leve um livro, um bom fone e um lanchinho para a viagem.
Dia 10: o Vale do Loire, Blois e Paris
Outro dia de estrada, com cerca de 574 km, passando por Poitiers e Tours. Ali começa um pequeno passeio pelo Vale do Loire, região de castelos e jardins. A parada é em Blois, cujo castelo tem uma fachada renascentista com uma escadaria em espiral que é uma das mais famosas da França. À tarde, o grupo segue para Paris. Se ainda tiver disposição, à noite há o opcional de Paris iluminada, com um passeio de barco pelo rio Sena. Se estiver cansada, guarde a energia para o dia seguinte.
Dia 11: Paris com guia local
A visita panorâmica com guia local passa pelos grandes cartões-postais de Paris: a Praça da Concórdia, o Arco do Triunfo, a avenida Champs-Élysées, a Île de la Cité com a Catedral de Notre-Dame e o Hôtel des Invalides, onde está o túmulo de Napoleão. Há uma parada no Campo de Marte para fotografar a Torre Eiffel. A tarde é livre. Quem quiser pode fazer o opcional ao Palácio de Versalhes, com seus salões dourados e jardins enormes. Os jardins pedem muita caminhada, então escolha um trecho e aproveite sem pressa.
Dia 12: um dia livre em Paris
Um dia inteiro para viver Paris do seu jeito. Pela manhã, há o passeio opcional por Montmartre, o bairro dos pintores, ou pelo Bairro Latino, das livrarias e cafés. Também dá para visitar um museu, passear pelo Jardim de Luxemburgo ou simplesmente sentar num café com vista para o movimento. É um bom dia para descansar as pernas antes da segunda metade da viagem. Uma dica: em Montmartre, o funicular evita a escadaria até a Basílica de Sacré-Cœur.
Dia 13: Bruges e a chegada a Amsterdã
Dia de estrada, com cerca de 542 km, com uma parada na Bélgica. Em Bruges, há tempo para um passeio pelo centro antigo, com seus canais, casinhas de tijolo e o Lago do Amor, um espelho d’água com cisnes cercado de árvores. Dá tempo de provar um chocolate belga ou um waffle. Depois, o ônibus segue para a Holanda e chega a Amsterdã no fim do dia. A parada em Bruges é curta, então escolha um ou dois cantinhos e aproveite com calma.
Dia 14: Amsterdã, canais e flores
Pela manhã, a visita com guia local mostra os cantos mais bonitos de Amsterdã: a Praça Dam, o rio Amstel, o tradicional Mercado das Flores, montado sobre barcos, a Estação Central, o porto e a Praça dos Museus. O passeio inclui a visita a uma lapidação de diamantes, para ver de perto esse trabalho tão delicado. A tarde é livre. Os opcionais são as vilas de pescadores de Marken e Volendam ou um passeio de barco pelos canais. Atenção às ciclovias: em Amsterdã, a bicicleta tem preferência.
Dia 15: o cruzeiro pelo Reno e Frankfurt
Dia longo, com cerca de 655 km, e com o Reno no meio. O ônibus cruza a fronteira com a Alemanha até Boppard, onde o grupo embarca num cruzeiro pelo rio Reno, incluído no roteiro. Do barco, você vê vinhedos em terraços, vilarejos e castelos no alto dos morros. O desembarque é em St. Goar, onde o ônibus espera para seguir pela margem do rio, passando pelo famoso rochedo Loreley. O dia termina em Frankfurt, a capital financeira da Alemanha. No barco, leve um casaco leve, porque venta.
Dia 16: Heidelberg, a Floresta Negra e Zurique
Mais um dia de estrada, com cerca de 544 km e paradas bonitas. A primeira é em Heidelberg, antiga cidade universitária, com tempo livre para passear pela rua principal do centro histórico e admirar, lá no alto, as ruínas do castelo. Depois, a viagem segue por Friburgo, porta de entrada da Floresta Negra, com uma parada no lago Titisee, rodeado de pinheiros. É o lugar para provar a famosa torta Floresta Negra no lugar onde ela nasceu. No fim do dia, o grupo cruza a fronteira e chega a Zurique.
Dia 17: Lucerna, os Alpes e a chegada a Veneza
Dia longo, com cerca de 570 km, com lagos e montanhas pela janela. A primeira parada é em Lucerna, à beira do Lago dos Quatro Cantões, com tempo livre para atravessar a ponte medieval de madeira e passear pela cidade velha. Quem quiser pode fazer o opcional ao Monte Titlis, num teleférico giratório que sobe a mais de 3 mil metros, entre geleiras e picos nevados. Se você tem pressão alta ou problema cardíaco, converse com o seu médico antes de subir. À tarde, a estrada cruza os Alpes até Veneza.
Dia 18: Veneza a pé e a chegada a Florença
Pela manhã, o grupo embarca no Tronchetto rumo à Praça São Marcos, chegando a Veneza pela água. A visita com guia local é a pé e mostra a fachada da Basílica de São Marcos, o Campanário, o Palácio Ducal e a Ponte dos Suspiros. Depois, há tempo livre e a opção de um passeio de gôndola pelos canais. Veneza tem muitas pontes com degraus, então caminhe sem pressa. À tarde, o ônibus segue cerca de 256 km até Florença, a capital da Toscana.
Dia 19: Florença, berço do Renascimento, e Roma
A visita a pé com guia local percorre o centro de Florença, por onde passaram Michelangelo e Dante. Você vê a Catedral de Santa Maria del Fiore, com sua cúpula enorme e o campanário, o Batistério com a famosa Porta do Paraíso, a Piazza della Signoria e a Ponte Vecchio, cheia de joalherias sobre o rio Arno. O centro é plano, mas a visita tem bastante caminhada. Depois, o ônibus segue cerca de 275 km até Roma. Prove um sorvete italiano de verdade antes de partir.
Dia 20: a Roma imperial e o Vaticano
A visita panorâmica com guia local mostra a Roma de dois mil anos: a Piazza Venezia, os Fóruns Imperiais, o Coliseu, o Arco de Constantino, o Circo Máximo e a grandiosa Praça de São Pedro, no Vaticano. Há o opcional aos Museus Vaticanos e à Capela Sistina, com os afrescos de Michelangelo. À tarde, outro opcional mostra a Roma barroca, com suas fontes e praças, como a Fontana di Trevi. Os Museus Vaticanos têm longos corredores, então reserve energia e use sapato confortável.
Dia 21: um dia livre em Roma
Um dia sem programação para aproveitar Roma como quiser. Há opcionais para todos os gostos: a visita ao interior do Coliseu com o Fórum Romano, ou uma excursão ao sul, com Nápoles e a ilha de Capri (de abril a outubro) ou as ruínas de Pompeia (de novembro a março). A excursão ao sul é um dia cheio, que vale para quem está com energia. Para quem prefere descansar, Roma é perfeita para sentar numa praça com um café e ver a vida passar. Também dá para voltar a uma igreja ou praça de que você gostou.
Dia 22: Pisa, a Riviera e a Côte d’Azur
É o dia mais longo da viagem, com cerca de 710 km, com parada em Pisa. Em Pisa, há tempo para conhecer a Praça dos Milagres, com a Catedral, o Batistério e a famosa Torre Inclinada, para a foto clássica. Depois, a estrada segue pela costa italiana, entre túneis e vistas do mar, até a Côte d’Azur. A noite é em Nice ou nos arredores. Quem quiser pode fazer o opcional a Mônaco, com a parte histórica e o morro de Monte Carlo, onde fica o famoso cassino.
Dia 23: a Provença e Barcelona
Mais um dia de estrada, com cerca de 665 km, passando ao longo da Côte d’Azur e atravessando a Provença, terra de campos e vilarejos de pedra. O grupo cruza a fronteira com a Espanha e chega a Barcelona. Há um breve passeio panorâmico pelas avenidas da cidade, para ver o contraste entre o bairro medieval e as obras do modernismo catalão: a Casa Batlló, a Casa Milà e a Sagrada Família, ainda em construção. À noite, vale provar um pão com tomate e azeite, a delícia simples da região.
Dia 24: Zaragoza e a última noite em Madri
O último dia de estrada, com cerca de 635 km. A parada é em Zaragoza, para conhecer a Basílica de Nossa Senhora do Pilar, à beira do rio Ebro, uma das igrejas mais queridas da Espanha, dedicada à padroeira da Hispanidade. Para quem é católico, é um momento especial. Depois, o ônibus segue para Madri, onde o grupo passa a última noite. É a hora de arrumar a mala com calma, separar o que vai na bagagem de mão e celebrar a viagem num último jantar espanhol.
Dia 25: o traslado e a volta para casa
Depois do café da manhã, no horário combinado, o ônibus passa pelo hotel para levar o grupo ao aeroporto de Madri, e ali terminam os serviços do circuito. Se o voo for mais tarde, aproveite a manhã para um último passeio perto do hotel, sem se afastar muito. Na volta, deixe o dia seguinte livre em casa para descansar: depois de 25 dias, o corpo agradece.
O que está incluso
- Traslados de chegada e de saída em Madri;
- hospedagem com café da manhã em bufê todos os dias;
- 1 almoço (em Toledo) e 3 jantares (em Sevilha, na Costa do Sol e em Granada);
- ônibus de turismo de luxo em todo o percurso;
- guia acompanhante durante todo o circuito;
- visitas com guia local em Madri, Sevilha, Granada, Toledo, Paris, Amsterdã, Veneza, Florença e Roma;
- entrada da Alhambra, em Granada;
- cruzeiro pelo rio Reno;
- seguro turístico do circuito;
- bolsa de viagem transversal;
- taxas municipais das cidades.
O que não está incluso
- As passagens aéreas entre o Brasil e Madri, que a Mil Voos monta junto com a viagem;
- os almoços e jantares fora das 4 refeições incluídas; há um suplemento de meia pensão para quem quiser mais refeições com o grupo, exceto em Madri, Paris e Roma;
- os passeios opcionais: barco pelo Guadalquivir e show de flamenco em Sevilha, flamenco em Sacromonte, Paris iluminada com barco pelo Sena, Versalhes, Montmartre ou Bairro Latino, Marken e Volendam, barco pelos canais de Amsterdã, Monte Titlis, gôndola em Veneza, Museus Vaticanos e Capela Sistina, Roma barroca, interior do Coliseu, Nápoles e Capri ou Pompeia, e Mônaco;
- as despesas pessoais, como bebidas, lembrancinhas e gorjetas.
Melhor época para fazer este roteiro
A primavera, de abril a junho, e o começo do outono, em setembro e outubro, são as épocas mais agradáveis para esta excursão pela Europa. Os dias são longos, os jardins estão floridos e o calor ainda não pesa. Em maio, por exemplo, Madri e Roma costumam ter tardes de 20 e poucos graus, Paris e Amsterdã ficam mais frescas, e a Suíça ainda tem neve nos picos.
Julho e agosto são os meses mais quentes, sobretudo no sul da Espanha: em Sevilha, a máxima média de julho passa dos 35 °C, e caminhar ao meio-dia cansa muito. No inverno, os dias são curtos e frios no norte, com chance de neve nos Alpes, mas as cidades ficam mais tranquilas. Leve roupas em camadas: numa mesma viagem, você passa pelo calor andaluz e pelo frescor das montanhas suíças.
Para quem é esta viagem
Esta viagem é para quem sonha em conhecer muitos lugares da Europa numa só ida, sem se preocupar com trem, bilhete, mala e horário. É o roteiro de quem quer ver Paris, Roma, a Alhambra e os Alpes de uma vez, com um guia por perto e um grupo para dividir as descobertas. Para quem viaja pela primeira vez ao continente, é uma forma muito tranquila de começar, e o nosso artigo sobre a primeira viagem para a Europa depois dos 50 ajuda a se preparar.
Para quem tem 50 anos ou mais, o ritmo funciona bem desde que a pessoa caminhe de uma a duas horas sem dificuldade, com pausas. As visitas a pé, como em Toledo, Veneza, Florença e na Alhambra, têm piso de pedra, ladeiras e degraus. Os dias longos de estrada pedem paciência, mas têm paradas regulares. E os dias e tardes livres são o respiro para descansar. Quem tem mobilidade reduzida pode conversar com a gente antes: avaliamos juntos se este circuito é o melhor caminho ou se outro formato combina mais. O nosso guia de pacotes de viagem para a terceira idade mostra como escolher.
Viajar em grupo também tem o lado social: muita gente volta com amizades novas. Se essa é a sua dúvida, o nosso guia de viagens internacionais em grupo explica como funciona.
Perguntas frequentes
Quantos dias e quantos países tem esta excursão pela Europa?
São 25 dias, com a primeira noite no avião e 23 noites em hotel, passando por sete países: Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Suíça e Itália. Quem fizer o opcional de Mônaco ainda conhece um oitavo país.
Tem tempo livre durante a viagem?
Tem. Há um dia inteiro livre em Paris e outro em Roma, além das tardes livres em Madri, Sevilha, Paris e Amsterdã. Nas paradas de estrada, como Ronda, Bruges, Heidelberg e Lucerna, também há tempo para passear por conta própria.
Como são os hotéis?
São hotéis confortáveis, com café da manhã em bufê. Alguns ficam no centro, e outros nos arredores ou perto do aeroporto, como em Amsterdã e Zurique. Em Veneza, a hospedagem é em terra firme, e o grupo chega ao centro histórico de barco.
Dá para emendar mais dias em alguma cidade?
Dá. Como a viagem começa e termina em Madri, é fácil acrescentar noites lá no começo ou no fim, ou emendar Portugal antes de voltar. Também dá para pensar em outro destino por perto, como a Andaluzia com mais calma. A Mil Voos monta o voo e as noites extras junto com o circuito.
E os documentos para a viagem?
A Mil Voos orienta sobre documentos na hora de montar a viagem.
Numa excursão pela Europa de 25 dias cabem sete países, a Alhambra, Paris, o Reno, os Alpes, Veneza e Roma, com alguém cuidando do caminho enquanto você só se preocupa em aproveitar.
Foto de abertura: a ponte Kapellbrücke, em Lucerna, na Suíça. Foto: Roy Egloff, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Quer fazer esta viagem?
A Mil Voos monta com o voo saindo do Brasil e cuida de tudo, antes, durante e depois da viagem.
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